(...) e não te perguntar mais..quem sou eu?
mesmo sem a pergunta, a resposta está ali, insatisfeita em perguntar
viva, autêntica, em corpo e pensamento, inteira
em mim e em todos que se perfazem nos ciclos da relação;
a resposta é auto-suficiente, existe sem a pergunta,
e sem a locução da palavra que erra, e da mente que distorce.
e distorcem, apesar de todo bom senso, apesar de toda ciência humana e social
pelo prazer oculto e individual de ser quem se é, quase anulando processos,
e nessa errônea individuação, sermos quase únicos, parâmetro de tudo que se vê;
Por isso não te pergunto mais..Quem sou eu?
não nego
A pergunta se responde na incerteza de se saber quem é, e a palavra não é a medida;
não te pergunto..sou bela?
tua insegurança consequência de todo mal romance diz:
na síntese de todo um corpo, tu és um rosto.
acabei de ouvir meu nome na TV
nessa fonte thais condida, o segredo dessa vida, ainda que seja de nooite
..acho q é isso, senão for é licença poética de todo jeito. É Rauul
sábado, 13 de março de 2010
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