sobre meus dias em são paulo, é sempre um reencontro com o absurdo, do mais belo, ao mais estúpido.
é lá.
quando ando pela cidade, percebo vários rostos e só rostos, almas que nem o diabo cobiça,
corpos pesados,
e são tantos, qse infinitos, cruzando no espaço de um esquina.
sinto um arrepio pelo espinha, pela demasia de tudo que não significa,
e a parte que lastima , diz:
no mundo não cabem tantos sonhos.
domingo, 27 de dezembro de 2009
Para 2010. decreto de inversões à um pensamento inverso
o ano novo é um minuto a mais no relógio
quando penso que bclasjncçsamncpibeiovcbepvpenvoéwhviowerhvpijepog
qocgwquvhcpeijviwrevjpormnbporjhbirhoghevpenvpiwqeh
ocbwqouvnpeivnoiewhvipenvpiqevhioevnpiqwehvnqinvpwqo
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lxbqwiocniwpqncwpqicjnwqpicnwqpomcpwqjcoiwqncpwnmcpowq
jlhfodhnfçkdnsvo8yreg´wmbpvoeyg80egfnashfvusaghfi
jcgouashfpienfkmdaóv mp9-duf8ehfdsmv~sm,~c,´spfk0e
nviabepfneovmédvj09ehbvrmbp´v,d[pb k=-eikvb-0ejgo0wje
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b coivncpoemvcóqkvcwmvówqevmpowevmoevmeo´vmipewjvpevipwenvie
aljcboievncpeinvopewmvoéwmvpoewvmopwevmowepvmewpomveómeoveno
ojcneivpovnoirnbvprmbpormnbiopnrpibnprbnpriobiprnbpreobopbmor´,
..portanto um minuto a mais no relógio, pode ser um ano novo
=)
quando penso que bclasjncçsamncpibeiovcbepvpenvoéwhviowerhvpijepog
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aljcboievncpeinvopewmvoéwmvpoewvmopwevmowepvmewpomveómeoveno
ojcneivpovnoirnbvprmbpormnbiopnrpibnprbnpriobiprnbpreobopbmor´,
..portanto um minuto a mais no relógio, pode ser um ano novo
=)
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Querida
traída pelo imaginário do amor
querida, pelo calor pela vontade
de um amor às avessas, marginal
no espectro de um amor de verdade
um drama irracional que pesa no peito
ao ver o corpo escondido que se desnunda
para ti, num sonho de amor bandido
por ti, num brilho de amor que muda
tudo isso não tem forma, é livre, distante
a forma do amor são as curvas do teu corpo
que já está longe, que seduz aos montes
num ruído de amor louco e incosntante
seu querer não tem prescrição nem precedente
se define pelas tuas linhas doces e certas
num corpo em chama, numa mente doente
em uma mulher que a palavra não cerca
querida, pelo calor pela vontade
de um amor às avessas, marginal
no espectro de um amor de verdade
um drama irracional que pesa no peito
ao ver o corpo escondido que se desnunda
para ti, num sonho de amor bandido
por ti, num brilho de amor que muda
tudo isso não tem forma, é livre, distante
a forma do amor são as curvas do teu corpo
que já está longe, que seduz aos montes
num ruído de amor louco e incosntante
seu querer não tem prescrição nem precedente
se define pelas tuas linhas doces e certas
num corpo em chama, numa mente doente
em uma mulher que a palavra não cerca
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