sobre meus dias em são paulo, é sempre um reencontro com o absurdo, do mais belo, ao mais estúpido.
é lá.
quando ando pela cidade, percebo vários rostos e só rostos, almas que nem o diabo cobiça,
corpos pesados,
e são tantos, qse infinitos, cruzando no espaço de um esquina.
sinto um arrepio pelo espinha, pela demasia de tudo que não significa,
e a parte que lastima , diz:
no mundo não cabem tantos sonhos.
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