traída pelo imaginário do amor
querida, pelo calor pela vontade
de um amor às avessas, marginal
no espectro de um amor de verdade
um drama irracional que pesa no peito
ao ver o corpo escondido que se desnunda
para ti, num sonho de amor bandido
por ti, num brilho de amor que muda
tudo isso não tem forma, é livre, distante
a forma do amor são as curvas do teu corpo
que já está longe, que seduz aos montes
num ruído de amor louco e incosntante
seu querer não tem prescrição nem precedente
se define pelas tuas linhas doces e certas
num corpo em chama, numa mente doente
em uma mulher que a palavra não cerca
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário