molho meus pés
a margem de rios e mares
em cidades que não sei o nome
divagando nomes,
homens
bebendo destilado sem rótulo
a brisa é quente,
não é inóspito
e há tons de verde,
nada é inóspito
sigo..
sigo..
sigo em frente
num sonho insólito
o vento
lento
no cabelo
é leve e vai indo
se vê o caminho
no ir sendo
de olhos fechados
vou seguindo
sentindo o vento
lento
no cabelo
é leve e vai indo...
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MINHA POESIA SE FAZ DO ERRO
ResponderExcluirDE PORTUGUES, INCLUSIVE